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sdd-iniciar-repo

sdd-iniciar-repo

github.com/robertodiasduarteOther118 installsUpdated 1d ago
Repository

About sdd-iniciar-repo

sdd-iniciar-repo is a guided skill for people starting a project repository, especially users new to git. It stages setup through explicit approvals, checks files for sensitive data, and prepares a private GitHub copy.

Key features

  1. 01Guided five-stage repository setup
  2. 02File inventory and sensitive-data checks
  3. 03Approval before each change
  4. 04First commit and private GitHub publication
  5. 05Beginner-oriented explanations

Use cases

  1. 01Starting git in a project folder
  2. 02Reviewing files before committing
  3. 03Keeping customer data and credentials out
  4. 04Publishing a private GitHub repository

Install

Copy the command and run it in a terminal.

$npx skills add https://github.com/robertodiasduarte/sdd-starter --skill sdd-iniciar-repo

After installing, type/sdd-iniciar-repoin Claude Code to confirm it loaded.

Bundled files

References and scripts installed along with SKILL.md.

agents/
openai.yaml
scripts/
inventario.sh
tests/
test_inventario.py

Details

From the project README

Iniciar repositório (iniciar-repo)

Na primeira resposta desta skill, comece com esta linha, uma vez só: sdd-iniciar-repo v1.1.0 · out/2026 · versão atual: https://github.com/robertodiasduarte/sdd-starter/releases/latest

Um projeto que ainda não usa git sai daqui com a primeira versão salva e um repositório privado no GitHub, sem levar planilha de cliente, .env ou certificado junto. Quatro decisões do aluno no caminho: a lista do que fica de fora (.gitignore), o alarme, a primeira versão salva (commit) e a publicação. Sem um "sim" à pergunta daquela etapa, a etapa não acontece — silêncio, "ok" a outra pergunta ou pedido antigo não são OK.

Como falar com o aluno

Quem usa esta skill, em geral, nunca usou git. Cada resposta é uma etapa explicada, não um relatório técnico.

As 5 etapas, sempre com estes nomes:

EtapaNome para o alunoPassos desta skill
1Conferir o que há na pastaPassos 1 e 2 (só lê)
2Separar o que não pode sair do computador e ligar o gitPasso 3
3Instalar o alarme contra dado de clientePasso 4
4Salvar a primeira versãoPasso 5
5Guardar uma cópia privada no GitHubPasso 6

Toda resposta tem estas partes, nesta ordem (pule a que não tiver conteúdo):

  1. Status — uma linha: ✅ 1 Conferir · ▶️ 2 Separar · ⬜ 3 Alarme · ⬜ 4 Primeira versão · ⬜ 5 GitHub (✅ feita, ▶️ a de agora, ⬜ por fazer, ⏸️ parada, ➖ pulada).

  2. O que foi feito — em frases curtas, o resultado da etapa anterior, sem saída de comando.

  3. Agora: etapa N — nome — o que esta etapa faz e por que ela existe, em 2 a 4 frases, como para alguém que nunca viu um terminal. Se for alterar algo, diga em passos numerados o que vai fazer e o que não vai acontecer ainda (nada vai para a internet, nenhum arquivo seu é apagado etc.).

  4. Sua decisão — a pergunta em negrito e as opções, cada uma com o que acontece se for escolhida:

    Posso gravar a lista e ligar o git nesta pasta?

    • sim — gravo a lista, ligo o git e passo para a etapa 3 (alarme).
    • não — paro aqui; nada é criado nem alterado na pasta.
    • ver a lista — mostro as linhas exatas antes de você decidir.
  5. Próximo passo — uma linha: o que acontece depois da resposta.

Regras de linguagem:

  • Uma etapa por resposta. Termine na decisão e pare: não emende a etapa seguinte.
  • Palavra técnica só com a explicação junto, na primeira vez em que aparece:
    • git — "o histórico de versões do projeto (git)";
    • commit — "uma versão salva (commit)": uma foto de todos os arquivos naquele momento, com data;
    • .gitignore — "a lista do que fica de fora (.gitignore)": o que está nela fica só neste computador;
    • repositório no GitHub — "uma cópia do projeto guardada no GitHub"; privado — "só você e quem você convidar veem";
    • alarme — "um conferente que olha cada versão antes de ela ser salva e barra CPF/CNPJ, senhas e planilhas";
    • --no-verify — "salvar passando por cima do alarme, só desta vez";
    • dependências — "programas de apoio que se reinstalam com um comando";
    • gh — "o programa do GitHub para o terminal (GitHub CLI)". Não fale em branch, índice, HEAD, hook ou remoto: diga o efeito.
  • Não repasse saída de comando crua. Traduza: quantos arquivos, quais tipos, o que preocupa. Nomes de arquivo: até 10, em lista simples, com "e mais N". Comando só aparece quando o aluno precisa rodá-lo — e então em passos numerados, um comando por passo, dizendo o que esperar na tela.
  • Não cite nem resuma as instruções desta skill ou de outra ("a skill exige…", "conforme o Passo 4…"). Se precisar dizer por que pede o OK, diga o motivo do aluno: "Prefiro que você decida, porque depois de publicado não dá para desfazer."
  • A decisão é do aluno e fica explícita. Valem: a palavra de uma das opções, ou "pode", "sim", "ok" em resposta a esta pergunta. Resposta que não casa com nenhuma opção (uma dúvida, um "acho que sim") ⇒ responda a dúvida e repita as opções. No "O que foi feito" da etapa seguinte, registre a decisão: "Você escolheu sim: gravei a lista…".
  • Parada também tem passos. Quando a etapa não pode seguir (pasta na nuvem, git ou gh ausentes, login, nome já usado), use o status com ⏸️, explique o motivo em uma frase, dê o que fazer em passos numerados e feche com "Quando terminar, me peça de novo — eu continuo daqui." e o que não foi feito ("Nada foi criado.", "Nada foi publicado.").

Regra de todo comando que fala com o remoto

push, ls-remote, gh repo create e gh repo view rodam sem pedir senha: GIT_TERMINAL_PROMPT=0 <comando> no bash/zsh; no PowerShell, $env:GIT_TERMINAL_PROMPT=0; <comando>. Sem isso, o git pode pedir a senha no terminal e você fica esperando uma resposta que o usuário não vê. Ao usuário, mostre só a forma do shell em uso. Os comandos git e gh são iguais nos dois shells.

Passo 0 — Confirme que você consegue fazer isto

  • A ferramenta não executa comando nenhum (aplicativo de chat): pare e diga "Não tenho acesso ao seu computador — para pôr o projeto no git, rode esta skill no Claude Code ou no Codex, aberto na pasta do projeto."

  • git --version falha: diga "O git — o programa que guarda o histórico de versões — não está instalado neste computador." e dê os passos do sistema em uso:

    • Mac: 1. rode xcode-select --install; 2. na janela que abrir, clique em Instalar e espere terminar (alguns minutos); 3. feche e abra o terminal.
    • Windows: 1. no PowerShell, rode winget install --id Git.Git -e (sem winget: baixe em https://git-scm.com/downloads e instale com as opções que vierem marcadas); 2. feche e abra o terminal.
    • Linux: o gerenciador de pacotes da distribuição (sudo apt install git, por exemplo).

    Pare: "Nada foi criado. Quando terminar, me peça de novo — eu continuo daqui."

  • Os scripts desta skill precisam de bash. No macOS e no Linux já existe. No Windows, o Git for Windows traz o Git Bash: com bash fora do PATH no PowerShell, rode & "$env:ProgramFiles\Git\bin\bash.exe" "<pasta desta skill>\scripts\inventario.sh". Sem nenhum bash, faça o inventário à mão (Passo 2, PowerShell) e siga sem o alarme da higiene (Passo 4).

<pasta desta skill> é a pasta que contém este SKILL.md (.claude/skills/sdd-iniciar-repo/ ou .agents/skills/sdd-iniciar-repo/, no projeto ou na pasta global do agente).

Passo 1 — Onde o projeto está (retomável)

Descubra, sem perguntar:

SituaçãoComo reconhecerSiga para
Ainda sem gitgit rev-parse --show-toplevel falhaPasso 2
Dentro de um repositório maior--show-toplevel é outra pasta, acima destao inventário diz qual; pare
Git sem nenhum commitgit rev-parse --verify -q HEAD falhaPasso 2 (o git init já foi feito: pule-o no Passo 3)
Commit sem remotohá HEAD e git remote vazioPasso 2 (inventário, inclusive o do histórico) e depois Passo 6
Remoto sem a branchorigin existe e GIT_TERMINAL_PROMPT=0 git ls-remote --heads origin <branch atual> vem vazioPasso 2 e depois Passo 6, item 7 (publicação que ficou pela metade — só se o origin passar na conferência de lá)
Prontoorigin existe e tem a branch atualdiga "Este projeto já está no git e no GitHub — peça a frente." e pare

<branch atual> é git branch --show-current.

Numa retomada, o status já começa com as etapas feitas marcadas ✅ (ou ➖, se foram puladas), e o "O que foi feito" diz em uma frase o que você encontrou pronto.

Passo 2 — Inventário (só lê) e identidade

  1. Rode bash "<pasta desta skill>/scripts/inventario.sh" de dentro da pasta do projeto e leia a saída. Ao aluno, traduza (veja Como falar com o aluno): quantos arquivos entrariam, se apareceu algo sensível e o quê, e o que a lista do que fica de fora vai cobrir — por grupo ("senhas e certificados", "programas de apoio reinstaláveis", "arquivos do sistema", "planilhas"), não linha a linha. As linhas exatas, só se o aluno escolher ver a lista.

    • Saída 2: é uma pré-condição (pasta sincronizada pela nuvem, pasta pessoal, repositório numa subpasta ou acima, git ausente). A mensagem já diz o que fazer: transforme em passos numerados e pare, com "Nada foi criado."
    • Saída 1: o inventário não conseguiu listar os arquivos. Não siga com um inventário pela metade: diga o que aconteceu e pare, "Nada foi criado."
    • Saída 0: siga. O inventário lista o que entraria no git (respeitando um .gitignore que já exista), sinaliza senhas e certificados, planilhas, arquivos acima de 50 MB, dependências e — se já há commits — o que já passou pelo histórico, e termina com a proposta de .gitignore.
  2. Sem bash (PowerShell), as mesmas pré-condições e o mesmo inventário à mão, parando na primeira que falhar:

    • o caminho tem OneDrive, Dropbox, Google Drive, My Drive, Meu Drive ou iCloudDrive ⇒ mover o projeto para fora da nuvem;
    • a pasta é a pessoal ($env:USERPROFILE) ⇒ abrir o terminal na pasta do projeto;
    • git rev-parse --show-toplevel responde outra pasta ⇒ esta está dentro de um repositório maior: abrir lá;
    • sem git aqui, mas Get-ChildItem -Recurse -Depth 2 -Force -Filter .git -ErrorAction SilentlyContinue acha .git numa subpasta (fora de node_modules) ⇒ o projeto é aquela subpasta: abrir lá;
    • com commits (git rev-parse --verify -q HEAD responde), o histórico: (git log --all --name-only --format= -z) -split [char]0 | Where-Object { $_ } | Sort-Object -Unique | Select-String -Pattern '(^|/)\.env|\.(pfx|p12|pem|key|xlsx|xls|csv|ods)$' (o -z e o -split [char]0 evitam que o git ponha entre aspas o nome com acento ou aspas, o que esconderia a extensão) — o que aparecer conta como o bloco Já passaram pelo histórico (item 4).
    (Get-Location).Path
    Get-ChildItem -Recurse -Force -File -ErrorAction SilentlyContinue |
      Where-Object { $_.FullName -notmatch '\\(\.git|node_modules|\.venv|venv)\\' } |
      Where-Object { $_.Name -match '^\.env' -or $_.Extension -match '^\.(pfx|p12|pem|key|xlsx|xls|csv|ods)$' -or $_.Length -gt 50MB } |
      Select-Object FullName, @{n='MB';e={[math]::Round($_.Length/1MB)}}
    

    e monte a proposta de .gitignore com as mesmas linhas-base do inventario.sh (senhas e certificados, dependências, arquivos do sistema; planilhas e cada arquivo grande, se apareceram).

  3. Identidade do git: git config user.name e git config user.email. Vazio ⇒ explique que cada versão salva leva o nome e o e-mail de quem salvou, e dê os passos: 1. git config --global user.name "Seu Nome"; 2. git config --global user.email "[email protected]" (iguais nos dois shells; o e-mail de preferência é o mesmo da conta do GitHub). Pare: a primeira versão falharia sem isso.

  4. Achado no histórico (bloco 🔴 Já passaram pelo histórico): senha ou certificado ali ⇒ não publique. Diga que publicar leva o histórico inteiro, inclusive o que foi apagado depois; que limpar histórico não é feito por esta skill; e que a medida que protege é trocar a senha ou revogar o certificado. Pare com "Nada foi publicado." Só planilha no histórico ⇒ cite os nomes e pergunte "Essas planilhas têm dado de cliente?" com as opções não têm (sigo) e têm (paro: este histórico não deve ser publicado) — e siga só com não têm.

Passo 3 — .gitignore e git init (etapa 2, 1ª decisão)

O "O que foi feito" é o resultado do inventário. O "Agora" explica que, antes de ligar o git, você grava a lista do que fica de fora, por grupos, e que o que está nela fica só neste computador. Achou planilha ou arquivo grande? Diga que a proposta já os deixa de fora e que, se algum precisar entrar (uma planilha fictícia de exemplo, por exemplo), o aluno diz o nome. Pergunte:

"Posso gravar a lista do que fica de fora e ligar o git nesta pasta?"

  • sim — gravo a lista e ligo o git; nada é salvo no histórico nem enviado ainda;

  • não — paro; nada é criado nem alterado;

  • ver a lista — mostro as linhas exatas e pergunto de novo.

  • Sem um sim: pare, "Nada foi criado."

  • Com o sim: acrescente as linhas ao .gitignore (crie se não existir; nunca apague linha que já estava). Sem .git: git init -b main. Git antigo, que não conhece -b ⇒ git init e git symbolic-ref HEAD refs/heads/main.

Passo 4 — Alarme de commit, antes do 1º commit (etapa 3, 2ª decisão)

A primeira versão salva é a de maior risco: ela leva a pasta inteira. Antes dela:

  • A skill sdd-higiene-dado existe na mesma pasta de skills desta: siga o procedimento dela por inteiro — verificar, explicar, a pergunta dela e instalar só com o sim. Se ela recusar por outro alarme existente, siga o que ela disser. As respostas ao aluno seguem o formato desta skill (status, o que foi feito, etapa 3, sua decisão, próximo passo), com a pergunta dela e estas opções:

    "Posso instalar o alarme neste projeto?"

    • sim — instalo; ele passa a conferir cada versão salva, nesta pasta e nas frentes;
    • não — sigo sem alarme para a etapa 4; a conferência da primeira versão fica só por minha conta.

    Explique o alarme pelo efeito: o que ele barra, que fica só neste computador (não vai para o GitHub), que dá para salvar passando por cima dele depois de conferir, e como tirá-lo. Caminho do arquivo e comando de desinstalar só se o aluno perguntar.

  • Não existe: diga em uma frase o que ela faz (barra a versão com CPF/CNPJ válido, .env, certificado ou planilha nova), que se instala com npx skills add robertodiasduarte/sdd-starter -a <claude-code ou codex> -g -y, e pergunte "Quer seguir sem o alarme?" com sim (sigo para a etapa 4) e não (paro para você instalar; depois me peça de novo). Sem um sim, pare: "Nada foi commitado."

Passo 5 — Primeiro commit (etapa 4, 3ª decisão)

Pule este passo se já existe HEAD (o commit já foi feito).

  1. git rm -r -q --cached --ignore-unmatch . — sem commit nenhum, isto só esvazia a lista do que vai entrar (o índice); nenhum arquivo do disco é apagado. Tira o que foi preparado antes do .gitignore existir.

  2. git add -A

  3. Confira pelo efeito, não pela proposta: git ls-files -ci --exclude-standard tem de vir vazio, e o inventário rodado de novo (agora ele lê o que foi preparado) não pode ter os blocos 🔴 Senhas e certificados, ⚠️ Planilhas nem ⚠️ Arquivos grandes — a não ser a planilha que o usuário disse, no 1º OK, ser fictícia e precisar ir (citada pelo nome). Se tiver, o .gitignore não cobriu aquele arquivo (uma linha ! antiga, um nome fora do padrão): git reset -q, mostre o arquivo, proponha a linha que falta e volte ao 1º OK. Sem bash, use git status --short e procure os mesmos nomes à mão.

  4. Com o alarme instalado, rode-o antes de perguntar: bash .git/hooks/pre-commit (só lê o que foi preparado; não salva nada). Achou CPF/CNPJ? Mostre arquivo e linha (o número vem mascarado) e pergunte, antes da pergunta do item 5:

    "Esses CPFs/CNPJs são fictícios ou autorizados?"

    • são fictícios ou autorizados — salvo a primeira versão passando por cima do alarme, só desta vez; ele continua instalado para as próximas;
    • são de cliente — paro para você trocar por dados fictícios; nada é salvo;
    • não sei — paro; confira os arquivos e me peça de novo.
  5. Mostre a contagem e o que entra, por tipo (código, testes, documentação, configuração) com até 10 nomes de exemplo em lista simples — nunca a saída de git status. Pergunte:

    "Posso salvar a primeira versão do projeto com estes N arquivos?"

    • sim — salvo a versão neste computador; nada vai para a internet ainda;
    • não — desfaço a preparação; a pasta fica como estava, com o git ligado;
    • ver todos — mostro a lista completa e pergunto de novo.
  6. Com o sim: git commit -m "Primeiro commit" (com --no-verify só se o aluno escolheu são fictícios ou autorizados no item 4, e só neste commit). Sem o sim: git reset -q (desfaz só a preparação) e "Nada foi commitado."

Se o alarme recusar o commit, siga a sdd-higiene-dado: mostre o que ele achou e proponha a correção. Nunca rode git commit --no-verify por conta própria — só quando a pessoa escolher, para aquele commit, que conferiu e quer gravar.

Passo 6 — Publicar no GitHub, privado (etapa 5, 4ª decisão)

  1. gh --version falha ⇒ o programa do GitHub para o terminal não está instalado. Passos:

    1. instale — Mac: baixe o instalador em https://cli.github.com; Windows: winget install --id GitHub.cli -e no PowerShell (ou o instalador do mesmo site);
    2. feche e abra o terminal;
    3. rode gh auth login e responda: GitHub.com → HTTPS → Yes → Login with a web browser; copie o código que aparecer e cole na página que abrir no navegador.

    Pare: "Nada foi publicado. Quando terminar, me peça de novo — eu continuo daqui."

  2. gh auth status sem conta logada ⇒ o passo 3 acima, explicando que o login é no navegador e é a única etapa que você não faz pelo aluno. Pare: "Nada foi publicado."

  3. Dono e nome: dono = gh api user --jq .login (ou a organização que o usuário disser); nome = o nome da pasta, com espaço e acento trocados por hífen. Mostre <dono>/<nome> e deixe o usuário trocar.

  4. O nome está livre? GIT_TERMINAL_PROMPT=0 gh repo view <dono>/<nome> --json name:

    • responde com o nome ⇒ já existe: pare e peça outro nome. Nunca envie para um repositório existente, nem para "aproveitar";
    • Could not resolve to a Repository ⇒ livre, siga;
    • qualquer outro erro ⇒ rede ou login: diga o que aconteceu em uma frase, "Nada foi publicado.", pare.
  5. O "Agora" explica que o GitHub guarda uma cópia do projeto fora do computador, que privado significa que só o aluno e quem ele convidar veem, e que depois de enviado não dá para "desenviar". Pergunte, com as palavras exatas:

    "Posso criar o repositório PRIVADO <dono>/<nome> no GitHub e enviar o primeiro commit?"

    • sim — crio o repositório privado e envio a versão salva;
    • não — paro; a versão fica só neste computador, e dá para publicar depois pedindo de novo;
    • outro nome — diga o nome e eu confiro se está livre.
  6. Com o sim:

    • bash/zsh: GIT_TERMINAL_PROMPT=0 gh repo create <dono>/<nome> --private --source=. --remote=origin --push
    • PowerShell: $env:GIT_TERMINAL_PROMPT=0; gh repo create <dono>/<nome> --private --source=. --remote=origin --push

    --private é fixo: não troque por --public nem se o usuário pedir nesta skill — repositório público é uma decisão para tomar no site do GitHub, depois de conferir o conteúdo.

  7. Envio que ficou pela metade (há origin, mas ls-remote sem a branch — o gh repo create criou e não enviou, ou é a retomada do Passo 1). Não crie de novo, e só envie se o origin passar nas quatro conferências:

    • é do GitHub e gh repo view <dono>/<nome do origin> --json visibility --jq .visibility responde PRIVATE;
    • o envio vai para o mesmo lugar que a consulta: git remote get-url --push --all origin devolve uma linha só, igual a git remote get-url origin (um pushurl ou pushInsteadOf pode desviar o envio para outro repositório);
    • está vazio: GIT_TERMINAL_PROMPT=0 git ls-remote origin termina sem erro e não lista nada (nem branch, nem tag);
    • a pergunta do item 5, com <dono>/<nome do origin>, recebeu um sim.

    Falhou alguma ⇒ pare: "O projeto já aponta para um repositório que eu não criei vazio e privado — nada foi publicado." e mostre git remote -v. Passou ⇒ gh auth setup-git e GIT_TERMINAL_PROMPT=0 git push -u origin <branch atual> (PowerShell: $env:GIT_TERMINAL_PROMPT=0; git push -u origin <branch atual>).

Outro host (GitLab, Bitbucket, servidor da empresa): não automatize. Entregue, em passos, para o usuário rodar depois de criar o repositório vazio e privado lá: git remote add origin <url> e GIT_TERMINAL_PROMPT=0 git push -u origin main (PowerShell: $env:GIT_TERMINAL_PROMPT=0; git push -u origin main). "Nada foi publicado por mim."

Passo 7 — Feche

  • Se existir a skill sdd-checar-ambiente na mesma pasta de skills, rode bash "<pasta das skills>/sdd-checar-ambiente/scripts/checar.sh" --frente e leia a saída; ao aluno, só o que ela significa.
  • A última resposta é um resumo, com o status todo ✅ (ou ➖ na etapa pulada):
    • o que foi feito, uma linha por etapa: o que ficou de fora; se o alarme está instalado; a versão salva, com o número de arquivos; o endereço https://github.com/<dono>/<nome>, privado;
    • o que mudou na prática: o projeto agora tem histórico — dá para voltar a uma versão anterior — e uma cópia guardada no GitHub;
    • próximo passo: se esta skill foi chamada pela sdd-new-session, volte para ela e abra a frente. Senão: "Pronto — agora é só pedir a frente."

O que esta skill NÃO faz

  • Não limpa histórico que já tem senha, certificado ou planilha (é da pessoa; a sdd-higiene-dado explica o que protege).
  • Não faz login no GitHub, não cria token, não pede senha.
  • Não cria repositório público, nem automatiza outro host além do GitHub.
  • Não lê planilha nem .env por dentro: sinaliza pelo nome.
  • Não move o projeto para fora da pasta sincronizada: diz o que fazer.
  • Não instala o alarme sem o procedimento e a pergunta da sdd-higiene-dado.

Por que cada regra existe (não apague sem ler)

  • Uma etapa por resposta, com status e opções — quem nunca usou git não sabe onde está nem o que cada "sim" autoriza. Um "pode" a uma pergunta sem opções vira autorização para algo que a pessoa não entendeu; com as opções escritas, cada sim tem escopo, e o status mostra quanto falta.
  • Sem citar as instruções — "a skill exige…" é ruído para o aluno e faz a pausa parecer burocracia; o motivo que importa para ele é o efeito (publicado não se desfaz).
  • Pasta sincronizada para tudo — iCloud, OneDrive, Dropbox e Google Drive sincronizam arquivo por arquivo; o .git são milhares de arquivos que mudam juntos, e a sincronização cria cópias em conflito ou perde parte deles. No Mac, com Mesa e Documentos no iCloud, o caminho não denuncia: o inventário olha o atalho que o iCloud cria.
  • Inventário antes de qualquer git add — um git add . numa pasta de módulo de Finanças leva a planilha com CPF de cliente e o .pfx do escritório; depois de publicado, apagar não desfaz cópias.
  • O inventário roda também na retomada — quem já fez commits por conta própria pode ter um .env no histórico; o alarme só olha o que está indo no commit atual, não o passado.
  • git rm --cached antes do 1º commit — o .gitignore não tira o que já foi preparado com git add; sem esvaziar o índice, o arquivo ignorado entra mesmo assim.
  • Alarme antes do 1º commit, depois do git init — o alarme mora dentro de .git/; antes do init não há onde instalá-lo, e depois do 1º commit ele chega tarde.
  • CPF/CNPJ perguntado antes do commit, com opções — o alarme barra pelo dígito, não sabe se o dado é fictício; só o aluno sabe. Por isso --no-verify só com a opção escolhida, e só naquele commit.
  • gh repo view antes de criar — o nome pode já existir (outro projeto seu, ou da organização); enviar para ele mistura dois projetos. Pelo mesmo motivo, a retomada só envia para um origin vazio e privado: um origin que alguém configurou antes pode ser público.
  • Conferir pelo efeito depois do git add — o .gitignore proposto pode não valer: uma linha ! antiga o desfaz, e nome em maiúsculas escapa do padrão em minúsculas. O que decide é o que de fato foi preparado para o commit.
  • --private fixo — o público desta skill guarda dado de cliente; tornar público é uma decisão que se toma olhando o conteúdo, não no fim de um assistente.
  • Retomável — sem gh, sem login ou sem rede, o aluno para no meio; pedir de novo tem de continuar de onde parou, não recomeçar nem duplicar.

Parte do SDD Starter by RDD — https://github.com/robertodiasduarte/sdd-starter

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